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      <pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:51:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[                             LEÃO COSMOPOLITA]]></title>
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         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; 
&#160;
&#160;
Voraz deveras é a leonina fome:
Quanto mais se sacia, mais deseja, mais come.
Ela vaga pelo antrópico cosmus demandante:
Demandante de indulgências que lhe majorem a vontade 
De degustar horizontes de manjares incessantes, espetaculares!
&#160;
&#160;
Porém, ela nutre predileção por alimentos...]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:51:00 +0200</pubDate>
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         <category>Blog</category>
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         <title><![CDATA[                                 O OLHAR DE UM CÃO]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20o%20olhar%20de%20um%20c%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
Meu Cão me Olha . Olha
Como se estivesse com medo ;
Como Querendo me timidar argutamente ;
Como um tentar Dizer Algo me o Qual Não Saiba Sobre ELE.
Mas , então, eu, do alto da Minha jactante e mentecapta
Racionalidade ,
Não Consigo discerni - lo , compreendê- lo um bem da verdade :
A bem da...]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:45:00 +0200</pubDate>
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         <category>Blog</category>
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         <title><![CDATA[                                                     O SELVAGEM LIRISMO ]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/o-selvagem-lirismo-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; (TRIBUTO A HILDA HILST)&#160;&#160; 
&#160;
&#160;
Caminhando o caminho do diverso,
Ela nos mostra a lírica contida
No ferino, íntegro e libertino verso.
&#160;
&#160;
E ao galopar
Cômoda e colossalmente
Sobre o lombo do Pégaso da mente,
A mestra da feérica palavra lasciva e corrosiva,
Munida do antídoto contra a hipocrisia,
Transmuda sáfaras e necrópoles da consciência
Em edens monumentais do pensamento
Cuja paixão é navegar no oceano da...]]></description>
         <pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:30:00 +0200</pubDate>
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         <category>Blog</category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[                           A VÃ ESPERA POR SUNSHINE                                    ]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20a%20v%c3%a3%20espera%20por%20sunshine%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
&#160;
Nascido do mármore
Nascido da pedra
Nascido do sáfaro beco
Nascido da guerra.
&#160;
&#160;
Nascido do caos e da ordem
Nascido da fome
Que semeia, molda, flagela
E alimenta os sonhos da humanidade insone.
&#160;
&#160;
Nascido da lápide sem nome
Nascido dos vaga-lumes que tremeluzem
Nascido da fauna pusilânime 
Nascido do anonimato do sangue.
&#160;
&#160;
Nascido do vento da hanseniásica calma
Nascido das...]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Feb 2010 11:00:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[                              ÁRIA PARA O VÁCUO                                         ]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/aria-para-o-vacuo-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
E este claro mar pênsil que diariamente se descortina
E esta frondosa floresta de utopias
Que se converte em Saara, Chernobyl, a Caatinga da Rima...
&#160;
&#160;
E esta água refracionda
Que não logra nem cala
O perigo de extinção da vida...
&#160;
&#160;
E estas infinitas rajadas de bala
Que irrompem do cano da...]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Feb 2010 10:55:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[                          PALAVRAS DA NOITE                                         ]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/palavras-da-noite-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
Todo dia quando a noite me emprenha,
Ouço vozes murmuradas
Bradarem-me por socorro dentro da cabeça estupefata:
&#160;
&#160;
Em verdade, são sonhos de uma humanidade
Linear, congraçável, sábia, senhora da equânime magnanimidade,
Que se dirimem ao dinâmico perpasso das marmóreas cidades. &#160;
&#160;
&#160;
Aí, o que tão-somente remanesce
É o amargo sabor da ferina frustração...]]></description>
         <pubDate>Tue, 23 Feb 2010 10:51:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[                                 O ALCANCE DO OLHAR]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/o-alcance-do-olhar/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
&#160;
Olho o olhar de quem chora.
Olho o olhar de quem despreza.
Olho o olhar acuidoso do corvo.
Olho o olhar ferino da fera! 
&#160;
&#160;
Olho o olhar de quem brame.
Olho o olhar de quem geme.
Olho o olhar de desespero das africanas crianças.
Olho o olhar do sangue que derrama cotidianas vidas...]]></description>
         <pubDate>Sat, 20 Feb 2010 12:51:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[                          CÉU ARTIFICIAL]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/ceu-artificial/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
Sob o teto de casa,
Fito o perpasso da vida:
Ora caminhando pela via
Da cromática sorumbática
Qual emana da íris pálida;
Ora deixando-se ficar imersa
Nas profundezas do mar da alacridade:
Esta a fluir caudalosamente 
Pelos olhos e maçãs da face 
Meditativamente ébria, errática aeronave!
&#160;
&#160;
A relação assimétrica
O cerne da mente...]]></description>
         <pubDate>Sat, 20 Feb 2010 12:40:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[                 SONHANDO VERSOS UNDERGROUND]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/sonhando-versos-underground/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
&#160;
Meus pensamentos fluem
Obliqua e obtusamente:
Sua natureza flerta 
Com a tez da bruma
E com o reino da esguelha.
&#160;
&#160;
Meus pensamentos desejam ser
A porta aberta que guarda
A alameda da órbita 
Onde reside os versos 
Quais revelam os mistérios dos
Sítios subterrâneos da mente e da alma. 
&#160;
&#160;
Meus pensamentos anseiam
Ser pavimentados pelo cimento 
Da indignação...]]></description>
         <pubDate>Sat, 20 Feb 2010 12:36:00 +0200</pubDate>
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         <category>Blog</category>
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         <title><![CDATA[                         SÍLABAS DE ESCOMBROS]]></title>
         <link>http://bocamenordapoesia.webnode.com.pt/news/silabas-de-escombros/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;
&#160;
Miséria ano após ano anulando-nos:
Ria, mira;
Séria, mera;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; P-MISERANDOS!
&#160;
&#160;
Indústria que se enriquece ao sol dos filhos da magna carência:
Dura, instrua;
Esquecer,...]]></description>
         <pubDate>Sat, 20 Feb 2010 11:56:00 +0200</pubDate>
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         <category>Blog</category>
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